quarta-feira, julho 30, 2008

GRUPOS DA FTO APRESENTAM SUAS PRODUÇÔES NO TEATRO ZAQUEU DE MELO


arte do cartaz confeccionada pelo do Próprio Grupo


Dois Grupos Populares Ligados a Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido e a Fábrica de Teatro do Oprimido (FTO), estréiam neste fim de semana seus espetáculos no Teatro Zaqueu de Melo, em Londrina. O Grupo Oficina de Teatro do Oprimido (OTO), que apresenta na sexta-feira, a peça de Teatro-Jornal: “Uma História como qualquer história”, e o Grupo Caos & Acaso de Teatro que apresenta no Domingo a peça “COMO?!”, baseada na obra do dramaturgo polonês Slawomir Mrozek. As duas apresentações acontecem as 20:00hs e tem entrada franca.

Os dois Grupos fazem parte do Projeto Teatro e Transformação e Social, - que desenvolvido pela FTO desde 2004 - e nasceram de Oficinas de Teatro do Oprimido, que tem como objetivo fomentar a organização de grupos culturais nos bairros populares abrindo espaço para sensibilização e experiência do fazer teatral, apostando no teatro como instrumento de indagação e conhecimento de si mesmo e do mundo, assim como veículo de formação, informação e transformação social.






O Patrocínio é do Programa Municipal de Incentivo a Cultura (PROMIC) e Rede Cidadania

Grupo Oficina de Teatro do Oprimido e Uma historia como qualquer história

O Grupo Oficina de Teatro do Oprimido (OTO), foi formado em 2006, por adolescentes da região norte de Londrina. A peça “Uma História como qualquer historia”, é sua terceira montagem do grupo, tendo sempre como foco a busca e a interação entre o universo artístico e o que encerra as demandas da comunidade.

“Uma história como qualquer história”, estreou em julho de 2007, na cidade de Santo André – SP, na III Mostra nacional de Teatro do Oprimido, sendo muito elogiada pelo público que prestigiou o evento. A peça foi concebida a partir da técnica do Teatro-Jornal, uma das nove técnicas do Teatro do Teatro do Oprimido de Augusto Boal. Esta técnica pretende que se transforme quaisquer notícias de jornal, ou qualquer outro material sem propósito dramático, em cenas ou ações teatrais. Todo espetáculo foi concebido a partir de noticias de Jornal, que relatavam a morte de um adolescente vitima do trafico de drogas na região norte da cidade. Coincidentemente, todos os integrantes do Grupo OTO, conheciam ou tinham uma ligação com o Jovem. Desta maneira, o espetáculo pretende fazer uma reflexão cênica sobre as causas da violência urbana em Londrina.

Elenco:
Dramaturgia: Coletiva
Direção: Roberto Sales
Data: 01 de Agosto / sexta-feira
Horário: 20:00 hs
Teatro Zaqueu de Melo
ENTRADA FRANCA


Grupo Caos & Acaso de Teatro e a luta pela sobrevivência em COMO?!

Num bote salva-vidas, à deriva em pleno oceano, três náufragos, muito bem vestidos, enfrentam um problema sério: a comida acabou. Numa decisão radical, resolvem que um deles deve ser devorado pelo bem dos outros. Porém quem deve ser sacrificado? É possível defender um conceito de justiça numa situação destas?
Para tentar salvar a pele e rechear o estômago, as personagens desta comédia-absurdo passeiam pelos mais diversos sistemas de organização política possíveis, reproduzindo, em seu pequeno microcosmo social de três pessoas, as relações grupais que os seres humanos costumam desenvolver para conquistar o prestígio, o poder, a auto-afirmação e a dominação do mais fraco.
A dicotomia entre o discurso e a prática das ideologias no decorrer da história é exposta aqui com divertido cinismo, numa linguagem fácil de ser compreendida.





Fotografia de ensaio: Roberto Sales




O Espetáculo COMO?!, baseada na peça “Em Alto Mar” do escritor e dramaturgo Polonês Slawomir Mrozek expõe a complexidade das relações humanas através de situações simples, utilizando para isso o teatro do absurdo, a comédia, a farsa e a caricatura, numa maneira divertida de discutir as formas de agrupamento social, seja numa nação, num bairro, numa classe ou num grupo de amigos, onde sempre haverá líderes, aqueles que os seguem e as vítimas desta liderança. O Grupo Caos & Acaso de Teatro, utiliza a obra de Mrozek como uma espécie de roteiro para expor de maneira tragicômica à platéia as questões: Quem domina quem? E por quê? Necessidade e Discurso colocam-se frente ao cidadão numa questão de vida ou morte. Este é o retrato do surgimento da modernidade na composição de “Como?!”.



Um dos principais dramaturgos surgidos no leste europeu, Slawomir Mrozek nasceu em 26 de Junho de 1930, em Bozerzin (Polônia). Cursou a Escola Superior de Jornalismo, em Cracóvia, e desde muito novo começou a colaborar em diversos jornais, entregando-se ao mesmo tempo ao estudo do desenho e às suas tentativas de comediógrafo. Seu teatro se contrapõe ao tom demagógico que ele era obrigado a reproduzir nas páginas dos jornais nos quais trabalhava. Desde a infância não conheceu, em sua pátria, senão a barbárie e o despotismo. Costuma dizer que é comum encontrar mais coisas absurdas na realidade do que em suas obras. Decidiu usar o humor negro como resposta à deformação do mundo contemporâneo e à morte dos valores e regras de convivência.
Através do tom absurdo que desenvolve em seus textos teatrais, Mrozek mantém uma notável capacidade de empatia e comunicação com a platéia. O dramaturgo tornou-se conhecido do grande público com a publicação de O Elefante (1958), logo coroado com o grande prêmio literário Polaco da Revue Culturelle. Seguiram-se numerosos livros. Uma das suas peças, Les Policiers, foi representada em Paris, no Théâtre du Tertre, em 1960, e três outras no Théâtre de Poche. Vive hoje em Cracóvia, tendo passado pela França, Inglaterra e Itália









Fotografia de Roberto Sales: Foto de Ensaio





Elenco:
Débora Oliveira
Luca Zamyr
Paulo César Pires
Valdir Rodrigues

Dramaturgia e Direção: Roberto Sales
Cenografia e Figurinos: Nádia Burk
Data: 03 de Agosto / domingo
Horário: 20:00 hs
Teatro Zaqueu de Melo
ENTRADA FRANCA




REALIZAÇÂO: VILA CULTURAL CASA DO TEATRO DO OPRIMIDO
PATROCINIO: PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA (PROMIC) e REDE CIDADANIA.

domingo, julho 27, 2008

Que saudades do FORROBODÓ....


Roberto Sales (Sebastião - galinheiro) e Glaugo Garcia (O guarda), multiplicadores da FTO. Cena final do espetáculo.


A montagem da Opereta FORROBODÓ, na Oficina de Prática de Coro Cênico no FML, vai deixar mais do que boas saudades...


Como diria Glauco Garcia, multiplicador da FTO, "foi um processo riquissímo".


Primeiro, por que muitas amizades foram descobetas, laços foram estreitados, aproximação, comoção, superação.... e depois, são raros os ambientes de trocas e de diálogo verdadeiro na esfera cultural brasileira. Forrobodó, foi um desses raros espaços. Aproveitamos. Tivemos a oportunidade de alargar nossos horizontes....concretamente.
Nesta cena estão Débora Oliveira, Nádia Burk, Roberto sales, Carol e Josemar Lucas, Multiplicadores da FTO - Dificil reconhecer, né?

Pazendo parte deste processo que nós pudemos perceber "in loco" o que Paulo Freire chamava de transculturalidade: Teatro do Oprimido, capoeira, hip-hop, música erodita, teatro, street dance... Todos em um mesmo processo, com o coração batendo em uníssono, sem perder suas especificidades.

Em primeiro plano Luca (ator do grupo Encenação de TO), que fazio "O Penetra" e ao Fundo - de branco e chapéu - josemar Lucas que fazia "O Mulato".

A experiência com o Forrobodó vai se refletir quase "altomaticamente" em nosso trabalho com os Grupos Populares (muitos integrantes dos Grupos Populares de TO fizeram parte deste Processo), não só no aspécto "técnico", já que tiveram aulas de Técnicas vocais, expressão corporal, interpretação...mas sobre tudo no aspecto humanistico. As lágrimas, que rolaram nos rostos de muitos integrantes - que pisam pela primeira vez no principal palco da cidade - no final do espetáculo me diziam : "é tão bom sermos humanos". Eles choraram. Eu também chorei.



Cena do Discurso. Uma das mais engraçadas do espetáculos.



Fica um agradecimento mais do que especial à Celso Branco e Marcos Marcos Hamellin.
"Somos invencíveis.....Já ÉÉÉ...."

quinta-feira, julho 24, 2008

FORROBODÓ ESTRÉIA HOJE: VEJA A MATÉRIA

Foto de João Mario Goes

Um 'Forrobodó' em Londrina.
Grande produção reúne atores, dançarinos, cantores e uma orquestra interpretando composições de Chiquinha Gonzaga.

Matéria de Francismar Lemes (Folha de Londrina)

Ver No contexo original

http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=18922LINKCHMdt=20080724


História, escrita em 1911, tem personagens pitorescos que retratam a população negra e pobre do Rio de JaneiroChiquinha Gonzaga afirmava que não entendia a vida sem a harmonia que, em ''Forrobodó'', é toda buliçosa, saltitante e brejeira. A opereta é destaque de hoje na programação do 28º Festival de Música de Londrina (FML).

''Uma burleta de costumes cariocas'', como antecipa o subtítulo da peça, escrita em 1911. Um cotidiano que se dança com ''maxixes de levantar morto'', a música composta por Chiquinha para a peça foi elogiada por todos os jornais da época. Chiquinha foi o broche dourado que os autores do texto, o repórter policial Carlos Bittencourt, conhecido pelas reportagens em prosa ritmada, e Luís Peixoto, um chargista, procuraram para pôr na lapela da peça. Um brilho de prestígio da maestrina aos dois iniciantes, que não conseguiam empolgar atores e produtores com um possível sucesso da montagem. Porém, o ''Forrobodó foi completo'', como enfatizou a crítica. ''A opereta fez tanto sucesso que foi remontada outras vezes, sendo que, na década de 20, inspirou a peça 'Depois do Forrobodó', com os mesmos personagens.

A dramaturgia não era algo tão surpreendente. Tão pouco a música era especial. Historiadores acreditam que o interessse talvez tenha sido porque foi a primeira vez que o teatro retratou a população negra e pobre do Rio de Janeiro'', ressalta o diretor musical e arranjador, Celso Branco, professor do FML. A montagem tem direção geral de Marco Aurélio Hamellin. A orquestra formada por 17 músicos tem regência de Vitor Gorni.

O elenco de 27 atores, um coro formado por 77 pessoas e 23 dançarinos, entre artistas integrantes da Rede da Cidadania, garantem que o ''Forrobodó'', mais uma vez, será completo. A história se move em torno do misterioso roubo das galinhas do dono de um clube musical. Ao mesmo tempo acontece uma confusão em frente ao estabelecimento e alguns penetras tentam entrar no salão. Pretexto para surgirem em cena tipos pitorescos, como o guarda noturno corrupto, a insinuante mulata Zeferina e o barbeiro Escaldanhas.

''Na época era óbvio que a platéia achasse graça do negro imitando os brancos, mas ria também dos brancos. 'Forrobodó' foi montada na década de 30, em que o País vivia um momento em que se dizia que somos todos brasileiros'', comenta Branco. Para os arranjos, o diretor fez uma extensa pesquisa, contando com a colaboração de Edna Diniz, biógrafa de Chiquinha. Ele conta que teve acesso às partituras originais da compositora. ''São 12 canções que, nesta montagem, contam com uma orquestração original, o que é algo muito especial. Além disso, tivemos o auxílio dos integrantes da Rede da Cidadania. Com apenas uma semana para ensaiar, trabalhamos até seis horas por dia. Se não fosse o profissionalismo dessas pessoas, nada disso seria possível'', afirma. ''A nossa sorte é que Vitor Gorni construiu toda a parte orquestral. A impressão que temos é que na época não havia essa preocupação. Gorni fez um trabalho hercúleo, limpando algumas incongruências. O resultado é o melhor que poderíamos obter'', avalia Branco.

SERVIÇO - Forrobodó
Quando - Hoje, às 20 e 22h
Onde - Teatro Ouro Verde Quanto - R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia para estudantes e aposentados). À venda no Royal Plaza Shopping

sexta-feira, julho 18, 2008

DIÁRIO DE UM FORROBODÓ - V



Por Laila Menechino
Fotos: Roberto Sales e Nádia Burk


Quarto dia, Terceiro Ato

Madama, você me ensina um bocado de franciú?”

Trechos da Música “Guarda e Madama”, de Chiquinha Gonzaga.

Na quinta -feira, dia 17 de julho, três músicas do terceiro e último ato foram ensaiadas pelo coro e a marcação de cenas está quase completa. “Ainda não está pronto, mas amanhã a gente consegue”, espera Celso Branco. “Epa, essa sentada é um escândalo”, refere-se ao momento em que a personagem da atriz da Cia Teatro de Garagem Carolina Gambarini (sim, finalmente ela ensaiou), a francesa fajuta Madama Petit Pois, se senta no colo de Lulu, capoeirista interpretado por Marcio Aurélio Elesbão, do projeto Gingando em Londrina, da Rede Cidadania. Gargalhadas gerais se repetem continuamente.

“Eu falei que esse terceiro ato é uma bobagem”, brinca Celso Branco. “Eu acho legal ter uma música aqui”, intervém o diretor cênico Marcos Hamellin. “Também acho, mas não tem um péra aí?”, questiona a respeito do texto. Tem... “Então Catherine”, fala com a pianista. “Pode ser a introdução da musica 11, por favor”, resolve Celso.

Assim, o terceiro ato vai sendo montado, enquanto coro e restante do elenco aguardam sentados. Até parece que estão cansados. Também é a primeira vez que o o personagem Lulu entra em cena. E Marcio ‘coloca banca’ em sua quarta experiência como ator na vida. Empurra a cadeira com força, mas “lá no palco isso vai funcionar melhor”, avisa Marcos Hamellin. “E, oh galera”, requer que todos se coloquem em cena. “Quando Lulu passar por aqui, abre caminho que o negão é macho”, avisa o diretor cênico.

O capoeirista e também ator Márcio diz que está muito contente por fazer o Lulu. “Hoje que coloquei em prática junto com o elenco. Já tive uma base, agora tenho que burilar... fizemos uma simulação do jogo de capoeira que vai entrar na peça, mas ainda não está pronto” , conta.

Paulo César Pires Leôncio, ator há cinco anos na Fábrica do Teatro do Oprimido, está interpretando o fuzileiro, que apesar de militar, conforme ele, é um pouco covarde. Sobre a opereta, “além de mesclar várias palavras culturais, como hip hop, dança, capoeira, é legal porque está fluindo muito rápido, mesmo trabalhando com várias pessoas que não se conhecem”, avalia.

O fuzileiro tem um tique de gagueira não indicado no texto original. “Quando fui ler pela primeira vez o texto do personagem para o diretor, demorei um pouco na leitura e ele aproveitou e disse para eu manter uma gagueira”, revela. “Acho que gagueira é um medo, não é?”.


Sobre o teatro do oprimido, Leôncio acredita que foi a oportunidade de fazer teatro e ao mesmo tempo ser revolucionário. “Eu fazia caras e bocas para os amigos e ao mesmo tempo sempre me envolvi em movimentos sociais, associações de bairro, essas coisas”. O ator compara “O Teatro do Oprimido faz o povo agir e a peça Forrobodó, pela época, acho que foi super revolucionária. Mulatas feitas por brancas, pobre falando português refinado, ficava uma coisa chula... A Chiquinha Gonzaga quis mostrar a luta de classes e o teatro do oprimido é o teatro negro de agora, fala de racismo, preconceito, da realidade do pobre”.

No terceiro ato, a mulata interpretada por Adelita Siqueira, da Cia Teatro de Garagem, está contrariada. “É que a Zeferina esnobou ele na cena anterior, essa é a vingança dele”, lembra Celso Branco, quase rouco, ao guarda de Glauco Garcia que não estava mais aos pés da mulata. O diretor completa “Quem aparecer, vai levar porrada dela”. O coro fica a postos novamente. Encerrada a passagem do terceiro ato, “vamos passar o primeiro e o segundo ato ainda, por favor, se não a gente perde o ritmo”.

Enquanto isso, a cenógrafa Anick conversa sobre o figurino com todos. Não há recursos suficientes para produzir todo o figurino, mas “quem tiver alguma coisa que acha que cabe na peça, traga amanhã que teremos um horário só para ver o figurino. Meninas de saia cumprida, de preferência cor clara. Meninos, calça social de prega... cinto é importante!”, anuncia a cenógrafa. “Estamos abrindo mão da realidade”, explica Marcos Hamellin.


Ao final da passagem, o diretor comenta que o elenco estava mais cansado que nos outros dias, o que é natural. “Agora eu é que estou cansado, porque esse processo de criação, diferente de quando é só limpar, é muito cansativo”. Segundo ele, sua mente fica ligada em todos os elementos que compõem a estética teatral, seja a luz, a entonação de voz, a posição de palco.

“Vou falar uma coisa e pode colocar aí que fui eu quem disse”, fala ao nosso diário. “O espetáculo não vai ficar legal só porque é um bando de galera pobre, não. Tenho atores aqui do nível do Rio de Janeiro. Muitos ainda não têm prática, mas espera daqui a alguns anos. A Rede Cidadania produz qualidade”, afirma Marcos Hamellin quando o assistente de direção Edson Silva de Lima, participante dos projetos A Rua Dança Cidade e Dançando na Rede, da Rede Cidadania, se aproxima.

“E esse é o melhor assistente de direção que eu já tive. E não estou rasgando ceda, não. Eu não me preocupo com nada e ele já está resolvendo”, afirma olhando para o rapaz. “Opa, cadê o meu texto que sumiu?”. “O seu texto está aqui”, esclarece Edson. As luzes se apagam na Casa de Cultura.

quarta-feira, julho 16, 2008

MEUS DEUS QUE FORROBODÓ...


São tão raras essas oportunidades que não dá para não registrar...

Para aqueles que não sabem, em Londrina está acontecendo o 28° Festival de Música, um dos Melhores do Brasil. E na vasta grade de atividades Formativas do evento está acontecendo a Oficina de Prática de Coro Cênico, sob coordenação de Celso Branco (De 1987 até 2005, foi integrante do Grupo Vocal GARGANTA PROFUNDA, que teve a direção musical de Marcos Leite, perfazendo no total 18 anos de shows e 2 LPs e 6 Cds gravados. Neste grupo, atuou como cantor, ator e roteirista.) Mas e ai....???

É que Nesta oficina, estão participando Vários Projetos Ligados a Rede Cidadania ( Inclusive os de Teatro do Oprimido), todos imbuídos na Montagem da Opereta "Forrobodó"de Chiquinha Gonzaga.

Além dos músicos e cantores que estão participando do FML, fazem parte desta oficina o Pessoal do HIP-HOP, dança de salão, capoeira, Teatro de Rua, Street Dance....todos no mesmo elenco....agora, imaginem as possibilidades de trocas??? Incontáveis....Diversidade infinda.

A direção geral do Espetáculo é de Marcos Hamellin, também do Rio de Janeiro, que conduz os ensaios que vão das 13:00 às 19:00hs....
Nós da FTO, estamos felizes "di mais da conta...." principalmente, por que tem uma galera nossa no elenco: O Glauco, está fazendo o Guarda, como o esperando, o César, está fazendo o Fuzileiro gago, a Nádia, Uma Mulata , o Josemar Lucas, um Capoeirista, A Débora e a Carol fazem Pessoal do Sereno....surpresa mesmo foi o Luca ( Do grupo Encenação de TO), fazendo o Penetra - muito bom...e eu...depois de quatro anos sem fazer trabalho de ator, fazendo o Sebastião....no minimo, vale a pena ir ver e conferir....ainda tem o Pessoal do Teatro de Garagem que estão mandando super bem....(Preciso escrever sobre eles e o espetáculo "Geni".... mas o tempo tá curto)....e o Leandro na EMT....tá muito avontade no papel... è muita Gente mesmo.......


Forrobodó ainda conta com o maestro Vitor Gorni no comando da batuta e com figurino e cenário de Anick Méijer-Werner.

A opereta está sendo inteiramente montada e ensaiada durante as oficinas do festival, que começaram oficialmente no dia 14 de julho e em 10 dias fará sua primeira apresentação dentro da programação do Festival, dia 28, no Teatro Zaqueu de Melo....


abaixo Trechos do Diario de Bordo realizados por Laila Menechino, que registra o Trabalho pela Rede Cidadania....


Agora, eu vou pra cama....Tenho que acbar de decorar meus textos......



PRIMEIRO DIA, PRIMEIRO ATO

“Que foi isso, que foi isso, porque tanto reboliço?”...

Fragmentos da música “Que será?”, de Francisca Gonzaga.

Na última segunda-feira, dia 14 de julho, chegara o momento do primeiro ensaio com todo o elenco de atores e cantores, na Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina. Todos estavam solenemente convocados para o Forrobodó. Às 13:00 horas, a oficina começa com uma dinâmica de interação coletiva, cada qual se apresentou e foram divididos por grupos de acordo com suas habilidades e limitações. Após outra leitura do texto, quem é do teatro, foi ensaiar no mesanino com Marcos Hamellin. Quem é do coro, ensaiou com Celso Branco no salão maior. Isso até às 17:00 horas, quando atores e coro se uniram para fazer a primeira ‘passagem’. “Vamos ensaiar no mesanino, vai ser caótico, mas lá em baixo está sem luz. Mas vamos sem piano, fazer o quê? Agora que não dá para carregar o piano de lá de baixo para cima”, explicou Celso Branco.

Sebastião passou a ser de Gil. Ainda faltava definir quem seriam os atores de Escandanhas e Barradas. Teresa do Carmo Bandolin, 65 anos, cujo “nome já é o instrumento e a idade é um detalhe”, tirou risos de todo o elenco ao pressionar o guarda a dar uma solução para o reboliço noturno. Ela participa do projeto da Rede Cidadania Dançando na Rede há cerca de um ano e Forrobodó está sendo sua primeira atuação. “Para mim é uma experiência nova, tem um pouco de dificuldade, mas é muito bom para a desenvoltura das pessoas”, afirmou. E prometeu “vou fazer duas participações no primeiro ato, uma para ajudar na pressão e intimidar o guarda, outra para esnobar a Zeferina e dizer que sou mais eu. Não sei se consegui passar isso, mas estou empenhada”.


(Continua...)


SEGUNDO DIA, SEGUNDO ATO

“Forrobodó de Massada, gostoso como ele só...”

Fragmentos da Música “Forrobodó de Massada”, de Francisco Gonzaga.

Na terça-feira, dia 15 de julho, os ensaios seguiram a mesma organização do dia anterior. Grupos separados montando músicas e cenas. A marcação do primeiro ato foi completada e a do segundo ato quase finalizada. “Está rolando super vem, já temos hoje mais três músicas bem fechadas e o pessoal do festival compareceu depois da estréia da Ópera”, contou Meire Valin.

Importante fato foi a presença da figurinista Anick Méijer-Werner, que disse“hoje quero ver o que estão fazendo. Amanhã vou ver tudo o que já está definido de cenário e figurino e procurar os materiais para comprar.” E o que está definido? Rindo, respondeu “As galinhas, um palquinho dentro do palco, um tecido e fachada do clube, que têm que sair rápido. É que nessa peça tem tanta gente que o cenário já são as pessoas”. Não dá tempo de pensar muito, é preciso ir pensando e ir fazendo.

A passagem começou às 18:00 horas, a todo momento interrompida por uns ajustes, uns acertos ali, muitos improvisos. E de repente, na música que dá nome a opereta, a intervenção do maestro Vitor Gorni, que chegara para conferir o ensaio. O instrumento foram dois copinhos de plástico, muito bem tocados e ritmados. “Muito bonito”, exclamou alguém em meio ao elenco.


(Continua...)


VER OS DIÀRIOS NA ÍNTEGRA: http://www.redecidadania.com/

segunda-feira, julho 07, 2008

Um Grito Parado no Ar


Teatro...Teatro...Teatro...Fazer Teatro é sofrer num paraíso. Mas se não fazê-lo, como entendê-lo?”. Esta é uma das maiores verdades que li em uma das peças de Gianfrancesco Guarnieri, “Um Grito Parado no Ar”. Pelo menos, é a “maldita frase”, que nunca sai da minha cabeça.


Fazer Teatro, realmente é sofrer, mas nem sempre é num paraíso...ou melhor, quase nunca é. Atualmente, as condições materiais tem sido favoráveis, para nós aqui em Londrina, que tentamos fazer um Teatro sério, crítico, de qualidade e principalmente fora da égide da mercadoria... Afinal de contas, são 4 anos de trabalho, 12 grupos formados, mais 40 apresentações – nas comunidades e nos teatros – por ano....e ainda Tem o Festival Nacional....mas me parece, mesmo assim, que nunca foi tão difícil.


No Seminário “Teatro e Transformação Social” , em julho último, na cidade de Santo André, tive a oportunidade de ver e ouvir Zé Renato, um dos Fundadores do Teatro de Arena (e um dos maiores nomes do Teatro Nacional) dizer que tinha muita esperança na juventude e nos rumos que o Teatro brasileiro poderia tomar. Eu também tenho. Aliás Tenho que ter. Em Santo André conheci muita gente que como eu, também têm esperança. Esperanças que as coisas se modifiquem. Esperanças de realização de uma vida melhor pra todo mundo. Mas porém...e sempre existe um porém.....


Volta e meia, muita gente (jovem) aparece lá na Vila Cultural procurando “curso de teatro”, sabe aquele tipo de curso que você passa na porta e te jogam um diploma na cabeça. DRT enlatada. Cursinho pré-vestibular para ator-malhação. Repetidor de falas. Aquele tipo de curso que forma ator-mercadoria. Vocês precisam ver a cara de desprezo que eles fazem, quando explico o “tipo de Teatro” que a gente faz. No Seminário, eu comentei com o César (Cezinha, multiplicador da FTO), como as situações nas peças de Teatro-Fórum estavam ficando, cada vez mais difíceis de resolver, de dar alternativas. E ele, na sua imensa sabedoria e simplicidade me disse:

_ É a vida que ta ficando mais difícil, Né, Gil?

Nem sei por que eu tô escrevendo isso. Talvez por que hoje seja segunda-feira. Talvez por que eu esteja prestes a entrar de férias (e todos sabem que eu sou um puta workahollik). Num sei...mas às vezes eu tenho medo, que a exemplo do personagem de Guarnieri, meu grito também fique parado no ar.

Roberto Sales

sexta-feira, julho 04, 2008

III Encontro Nacional de Teatro do Oprimido

Zé Renato (Um dos fundadores do Teatro de Arena) e Acleilton (mandinga Teatral de Londrina)- Nádia Burk ao fundo...
Pois é, sinto que preciso escrever algo sobre a viagem e então vamos lá! (apenas como registro).
Foi legal pra cacete, bastante enriquecedor, construtivo e (in)formativo. Não tenho nenhuma crítica sobre o evento, o único encalce para mim foi o cansaço que me atingiu na quinta-feira. Saímos daqui quarta à noite, a ida, para variar, foi extremamente conturbada. Não quero entrar em detalhes, chegamos por volta das 08:30 da manhã, depois de passar um tempo no transito caótico da paulicéia desvairada. Café da manhã na prefeitura e já começamos a maratona de eventos. Interessante a forma com que é distribuído e organizado o complexo do poder executivo/legislativo/judiciário da cidade. Me lembra muito o modelo da capital paulista, muito mesmo. Além dos três prédios, o conjunto ainda conta com um logradouro todo dedicado às artes - teatro municipal, museu, cinema e uma sala toda dedicada a música clássica, tudo isso no centrão da cidade, logo abaixo da prefeitura.

Glauco Garcia, César Vieira (União Olho vivo) e Lucas Murari

A sexta-feira foi bem mais sossegada. Duas peças pela manhã, debate à tarde e uma outra à noite. Na mesma tarde, deu tempo de circular pelo centro de Santo André e adquiri num sebo, por um bom preço, "Sem Plumas" do Woody Allen e um livro de contos do GGM - "Olhos de Cão Azul". Quando o sol se pôs - bar. (aprendizado da noite, JAMAIS fale mal de Renato Russo em Santo André", o vocalista do Legião Urbana faz parte da tríplice coroa da região, que ainda conta com Cazuza e Kurt Cobain.)


Mesa Redonda: O Teatro do Oprimido no Brasil. Na Mesa Armindo Rodrigues Pinto (GTO), Bárbara Santos (CTO-Rio), Nádia BUrk e Glauco Garcia (FTO-Londrina)

Sábado sem via de dúvidas foi o dia mais tranqüilo. Peça pela manhã e uma mesa redonda à tarde. Toda noite livre. Como o cansaço era visível no rosto de cada um, acabamos finalizando o dia regados a vinho num quarto do alojamento que mais parecia um dormitório do Deus Baco.Domingo, por período integral, oficinas. Eu nunca havia visto como era oficinas de TO e para mim foi uma grande surpresa. Exercícios e mais exercícios de inserção que lembra muito o aquecimento do modelo Boaliano. Ao final, foi proposto a três grupos de realizar uma pequena peça, quase de improviso e sem falas. Achei esse tipo de exercício extremamente perigoso, pois, o público de Teatro do Oprimido é completamente diverso do de Teatro Convencional.

O Teatro do Oprimido de Boal é um teatro de resistência, brechtiano e incorporando idéias de Paulo Freire. É, qualquer que seja a sua forma, um teatro que visa a discussão de idéias, a polêmica revitalizadora, a inserção da arte no mundo vivido, em seus problemas e impasses. Para mim, arte é isso, mas é uma impressão pessoal. Quem gosta de divertimento de Corte também deve ter suas razões. Claro que peças menos simbólicas, mais corporais enriquecem a obra. Porém, esse experimentalismo de várias linguagens não é uma boa forma do grande público (que é o alvo do TO) compreender o que será exibido.

Mesa Redonda - Debates

Pretencionismo estético não é algo inserido no dicionário do Teatro do Oprimido. Nesse tipo de argumento, a linguagem precisa ser a mais direta possível, pode sim contar com cenas subjetivas, porém não muito presunçosas. O TO tem como uma das suas principais características tornar acessível a qualquer cidadão a linguagem teatral, pois essa é uma forma da arte auxiliar as transformações sociais e mostrar sua força, indignação e engajamento. Nele, mesmo de forma amadora, os atores e o público sempre necessitam dialogar, o espectador é transformado em ator e isso se torna vital para o decorrer da peça. Para mim, fala é algo quase que obrigatório nesse modelo de teatro. Claro que essa é apenas minha opinião, não sou o maior especialista em teatro, minha praia é outra, mas deixo como nota.

O povo de Santo André é extremamente hospitaleiro. Fomos muito bem “cuidados”. Alojamento, comida, transporte e tudo mais. De uns tempos para cá, estou cada vez mais antipático, beirando a arrogância. Não sei o que me acontece, talvez tenha até magoado alguém, desculpem-me por qualquer coisa.

P.S: Dentre os 15 cafés que tomei em Santo André, apenas dois se salvavam. Puta saudade do café minha cidade.

Armido Rodrigues Pinto (GTO- Santo André)


Lucas Murari (LM) www. complexodeepico.blogspot.com

quinta-feira, julho 03, 2008

Site da SErcomtel faz Matéria sobre a Vila CULtural Casa do Teatro do Oprimido

Vila Cultural reúne atividades do Teatro do Oprimido em Londrina
ver matéria no contexto original
http://www.planetalondrina.com.br/artes/contFull.asp?nrseq=11761

Um lugar mobilizado para democratizar o acesso ao teatro e promover a construção da cidadania, tornando a população “excluída” em protagonista social. Uma proposta nobre, que merece seu próprio espaço. Assim foi criada, há dois anos, a Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido, localizada na Rua Benjamin Constant, 1337, próxima ao Terminal Central. O ponto abriga diversas atividades artísticas e sociais, além dos projetos da Fábrica de Teatro do Oprimido de Londrina (FTO).
Mas afinal, o que é Teatro do Oprimido? Quem explica o conceito é Roberto Salles, coordenador artístico da FTO: “Essa é uma técnica que, através da linguagem teatral, dá condições aos `oprimidos- de discutir e encontrar soluções para problemas pessoais e da comunidade”. Criada pelo brasileiro Augusto Boal, hoje a estética se desdobrou em sete vertentes, cada uma com uma técnica diferente de se trabalhar.
Em geral, os atores encenam temáticas sociais e atuam como um time de futebol: em certo momento são substituídos pela platéia, que passa a protagonizar a história, propondo mudanças e soluções para o problema. Cabe ao antagonista, personagem que encarna a “causa” do conflito, aceitar ou não essas propostas. “Nos ensaios, encenamos as possíveis reações da platéia. Mesmo assim, nunca sai da forma como imaginamos”, fala Roberto Salles.
Esse trabalho da FTO é patrocinado desde 2004 pelo Programa Municipal de Incentivo a Cultura (Promic). A partir da Fábrica de Teatro do Oprimido de Londrina, além de surgir o projeto da Vila Cultural, também foram criados o Teatro e Transformação Social e a Mostra Teatro do Oprimido, como conta Nádia Burke, diretora e proponente dos projetos. As primeiras atividades aconteceram em quatro comunidades de Londrina e hoje agregam oito grupos de adolescentes, universitários e pessoas da terceira idade. A maioria nunca teve contato com o teatro anteriormente e passa a conhecer a técnica através das oficinas feitas nas comunidades ou na Vila Cultural.
“Como cada grupo elaborava uma peça, sentimos a necessidade de criar uma mostra para dar conta de tudo e, ao mesmo tempo, divulgar o Teatro do Oprimido na cidade”, conta Nádia. Assim, a Mostra de Teatro do Oprimido se prepara para a sua quinta edição, que deve acontecer de 11 a 16 de novembro deste ano. O evento se tornou nacional no ano passado, reunindo não só os grupos londrinenses, mas de todo o Brasil. Neste ano, a novidade é que a mostra será divida em regional e nacional, com mais dias para as apresentações.
E os planos não param por aí. No mês de agosto, a Vila Cultural deve sediar o 2º Curso de Multiplicação em Teatro do Oprimido, encontro para quem já é um agente cultural e deseja se atualizar com a equipe do próprio Augusto Boal, criador da técnica. Além disso, continuam abertas as inscrições para as oficinas de teatro, com turmas às terças e quintas, das 19h00 às 21h00, e aos domingos das 16h00 às 18h00. Todos os cursos são gratuitos e os interessados devem procurar a Vila Cultural pelo fone 3324-9121.

Serviço
Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido
End: Rua Benjamin Constant, 1337, Centro
Fone: 3324-9121

Máxima Comunicação

quarta-feira, julho 02, 2008

SEMINÁRIO TEATRO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL E III ENCONTRO NACIONAL DE TO - SANTO ANDRÉ SP - 2008

"Todo homem tem direito de participar
livremente da vida cultural da comunidade,
de fruir as artes e de gozar do
progresso científico e de seus benefícios"
Artigo XXVII -
Declaração Universal dos Diretos do Homem
Arte, manifestação popular, trocas de experiências, efervescência....O Seminário Teatro e Transformação Social e o III Encontro nacional de Teatro do Oprimido, que aconteceu neste ultimo fim de semana (de 29 a 29 de junho de 2008), na cidade de Santo André – SP, foi tudo isso e muito mais...
Nós tivemos a oportunidade de ver e sermos vistos, analisar e sermos analisados. Tivemos a oportunidade de aprender e ensinar...DIALOGAR. Enfim, tivemos a oportunidade de colocar em prática os princípios fundamentais do TO.
A presença no evento de muitos grupos teatrais, pesquisadores de diversas áreas, universitários, que até então não tinham ligação direta com TO, demonstra que a Metodologia de Boal continua viva, pulsante e é claro, muito incomoda, principalmente para aqueles que desejam que arte continue sempre a serviço da estabilização social reforçando a estética e a ética do Belo pelo Belo e do artístico pelo artístico.
Mas do que tudo, o Seminário Teatro e Transformação Social se pautou em sua coerência política, buscando discutir de que maneiras concretas, a arte pode contribuir para transformação de uma realidade social.
Um abraço para todos os companheiros que fizemos nesta jornada...O Seminário nos fez mais fortes.

Roberto Sales
Fábrica de TO de Londrina

FOTOS SEMINÁRIO E DO III ENCONTRO NACIONAL DE TO - SAnto André - SP



Final do espetáculo do Grupo "Nunca é Tarde de TO" - Grupo de Terceira idade do GTO - santo André - SP

Cenografia: Julia Z Grupo OTO (FTO)
Espetáculo do Grupo Nunca é Tarde de TO - GTO


Início da Peça-Fórum do Grupo EncenAção de TO - (FTO)

Grupo Nunca é Tarde de TO - Espetáculo muito forte e comovente....



Grupo Oficina de de TO (OTO) da FTO-Londrina : "Juliaz Z: Uma história como qualquer história" - Teatro-Jornal....muito elogiado por todos no evento



FTO realiza Entrevista com representante do Grupo "Filhos Da Mãe...terra" do MST, presente no evento.
Débora Oliveira (FTO) realiza Curingagem, ministrando exercícios de aquecimento de Plateia no inicio da Peça-fórum do Grupo EncenAção de Londrina






Grupo "das Baladas", Grupo da Terceira Idade do GTO Santo André

Teatro-Jornal




+ FOTOS DO SEMINÁRIO - III Encontro Nacional de TO em Santo André - SP

Aquecimento para participação na peça-fórum...


Aquecimento para participação na peça de Teatro-Fórum...tendo Josemar Lucas (FTO) como Curinga

Aninha, do Grupo Mandinga Teatral (FTO) depois da apresentação no CESA Cata Preta em Santo André

Grupo Mandinga Teatral aquecendo os instrumentos....antes da apresetação da peça de Teatro-Fórum "Ele tá de olho na Butique dela"

Armindo Rodrigues Pinto (GTO - Santo André) Carol (FTO) e Michelli do Grupo Encenação (FTO)...intervalo e correria....

Glauco e Silvia na hora do almoço......


Grupo Adolescente de TO (GATO) de São Paulo - SP

GATO - Início da apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum.



Aquecimento / oficina ministrada por Armindo antes do espetáculo "Maria da Represa" do GTO Santo André - SP



Apresentação do Grupo EncenAção de Londrina...


CESA Cata Preta - onde aconteceu o III Enconto Nacional de TO


Intervenção de Lia (FTO) no espetáculo Maria da Represa (GTO)







Espetáculo do Grupo EncenAção de TO (FTO) a peça-fórum ainda sem nome.....

espect-atores atentos....

Intervenção de Josemar Lucas na peça do GTO Maria da Represa







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